segunda-feira, 6 de abril de 2015
Easter in Sydney
domingo, 29 de março de 2015
In The Newspaper
domingo, 20 de outubro de 2013
Sad News
E veio também mais uma leva de 'stomach flue' aka gastroentrite que nos atacou a todos e lá ficámos nós alguns dias sem comer e sem forças. Hoje foi o primeiro dia que voltámos a comer qualquer coisa, e a primeira noite que voltámos a dormir inteira. Espero que a próxima semana traga melhores notícias!
terça-feira, 5 de outubro de 2010
Long weekend

Desta vez o percurso começava aqui no prédio, percorria Paddington até Taylor Square, depois atravessava o Hyde Park, seguia para Darling Harbour, atravessava a ponte e acabava no Growers Market de Piermont onde podiamos comprar alguma coisa para mais tarde fazermos um picnic todos juntos. Por todos os pontos destes caminhos, mais gente se ia juntando ao grupo.

terça-feira, 28 de julho de 2009
Life without hassles
Para já a vida corre sem grandes stresses, há um ou outro dia em que tenho de ficar um pouco mais tarde no escritório (para raiva da Mariana), mas tudo tranquilo.
Sábado foi um dia tranquilo. Fomos ver da scooter para a Mariana ($3000 nova, ridículo!), mas ainda não foi desta que compramos... Fomos passear a Tamarama, apanhar sol, ler um bocado, e relaxar, seguindo mais para sul que das outras vezes. Para variar, andámos, andámos até morrermos de sede, demos por nós e já estávamos em Clovely.
No pouco tempo em que estivemos a gelar pelo Harbour fomos abordar um indígena de um posto de informação, com o intuito de encontrar uma loja de arte aborígene, mas ganhamos o dia com esta conversa. O senhor fixou a Mariana e começou-nos a contar a historia do didjer-i-doo, da forma mais energética possível. Explicou-nos que havia tribos para os quais era uma questão religiosa, e outras para quem era apenas recreativo. Nas que era uma questão religiosa, só os homens é que tocavam.
Isto não por imposição, mas porque existe o mito que leva à infertilidade. Além disto, os costumes das tribos ditam que as mulheres se ocupam do mundo real (nascimento, doença, morte) e os homens do mundo espiritual, e assim as mulheres nem tinham interesse em tocar no instrumento. Contou-nos também que os vários sons que se fazem são a imitar animais, portanto cães, patos, cangurus, etc, isto enquanto nos exemplificava com o digeridoo dele, proporcionando-nos um concerto impressionante.Com o fim de semana a chegar (e com eles os meus 30 anos!), tudo o que consigo pensar é na prancha que quero muito comprar, para poder surfar aos fins de semana com a Mariana! Será que não cresço!
quinta-feira, 4 de junho de 2009
A Noite Gay
E agora o contexto: O Stibis, apos 4 meses a tentar, finalmente arranjou um emprego. Num bar gay.
Bom, adiante. Com isto, ele convidou-nos para ir la beber um copo, ver o ambiente. Eu achei um prato ir la numa de National Geographic, observar o que nunca tinha visto,e entao fui armado de maquina fotografica.
O Bar e na Oxford Street, uma rua conhecida em Sydney por ser a rua da noite, onde prosperam bares gays e lesbicos. Assim sendo, fui com Diogo beber um copo a um outro bar, onde o Stibis ia ter antes de ir trabalhar. La tivemos a beber umas jolas e falar da primeira noite de trabalho do Stibis. Esse bar tinha 5 andares! Um predio inteiro! Mas, de facto, apenas o res-de-chao e o 5o e que sao para publico geral. Os restantes pisos alugam-se todas as semanas para festas privadas. Brutal!
Seguimos dali para levar o Tiago (Stibis) ao trabalho, e beber um cafe para o deixar entrar antes de nos. Ao ficar na Oxford street, da para ir vendo a fauna da zona, que se estendia entre o gay mais gritante, a criancas de 16 anos mais despida, ate coisas que sao puramente estranhas!
WTF??!!
Passada meia-hora, la nos atiramos para o covil do leao.
Entramos, e vimos tudo o que se esperava: Metade dos homens bastante afemeninados, e a outra apenas um pouco afemeninados (ha sempre as "Calcas" da relacao!). Desses, mais ou menos um terco andava por ali de tronco nu, a tentar impressonar os outros. A estrategia foi manter a distancia, para nao perturbar o ambiente. Todos sabem que as observacoes tem de ser feitas com o minimo de perturbacao ao ambiente natural. Conversamos um pouco com o Tiago, ele ofereceu-nos um copo, e fomos vendo andar da noite num bar gay. O som era brutal, sempre a abrir, a manter sempre a pista bem cheia. Lasers por toda a parte, e um nevoeiro que nem se via o outro lado da sala.
Aconteceu ainda mais uma coisa de notar: No intervalo destas cantorias e Dancas, a Miss chamou um elemento do publico, (nao, nao fui eu, estava bem escondido, longe da accao) e nem pestanejou em despir-lhe a t-shirt. O jovem recebeu umas tantas palmas e assobios de aprovacao, isto enquanto a Miss o apalpava e rocava-se nele! Priceless! Claro que depois ainda tive o prazer de assistir a cena de ciumes que o namorado do jovem lhe fez!!
Grande noite, mas duvido que venha a ser um programa regular!
segunda-feira, 11 de maio de 2009
Caro e Barato
Aprendi com isso uma série de coisas, algumas assustadoras, outras contraditórias.
Aqui vão alguns factos:
- Por uma análise da Mercer, Sydney foi em 2008 a 15ª cidade com maior custo de vida, ficando Londres em 3º, e Paris em 12º. Lisboa nem aparece nas 50 mais caras.
- Pelo índice Global City, Sydney é uma das 10 melhores cidades para viver, com cotação Alfa +, com apenas Londres e NYC mais cotadas com Alfa ++, e Lisboa com Alfa -.
Como todos sabemos, estes valores valem o que valem (qualquer coisa entre o pouco e o nada) e só estando cá e que se consegue ter noção dos custos e dos estilos de vida.
Assim sendo, aqui vai uma lista de +Caros vs +Baratos:
MAIS CARO:
- Casa \ apartamento
-Parqueamento dentro do CBD (Central Business District)
-Transportes Públicos (não se compreende, mas funcionam espectacularmente bem)
-Alcoól (deve ser devido aos problemas que eles têm com os aborigenes e a bebida)
MAIS BARATO:
-Alimentação (comer fora, supermercado)
-Livros
-Ginásios
-Sushi!
-Vestuário (roupas, sapatos, acessórios)
-Taxis
-Combustiveis (metade do preco que Lx!)
-Museus (gratis!!!)
Com tudo isto, em que ficamos?
Boa pergunta, ainda nao sei responder. Obviamente vai ser preciso vivermos ca uns meses para ter noção. Caso a vida seja cara, podemos sempre aderir a moda do Cocooning (o 1º significado!)!









